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Nos transformamos em algo gigante

  • 5 de jan. de 2024
  • 2 min de leitura

2024 começou com a pisada forte. O Pisa já tinha crescido, ganhado corpo, conquistado taça, entrado em competições e criado uma identidade cada vez mais própria. Faltava oficializar quem representaria tudo isso: o nosso mascote.


O elefante do Pisa

2024 chegou pegando fogo.


E com a pisada forte.


Logo na primeira semana de janeiro, anunciamos oficialmente o mascote do Pisa. Não foi uma escolha jogada no grupo e decidida no grito — embora, conhecendo a nossa democracia interna, isso também teria sido bem possível.


A decisão veio depois de uma pesquisa com os jogadores. A ideia era encontrar um símbolo que representasse bem o que o Pisa vinha se tornando: um grupo grande, forte, presente, difícil de ignorar e com uma identidade própria dentro do futebol amador.


E a galera optou por sair do convencional.


Afinal, tigres, leões, lobos, águias e raposas existem aos montes por aí. Todo mundo quer ser veloz, feroz, imponente e essas coisas todas que ficam bonitas em escudo de time e apresentação de patrocinador.


Mas elefante?


Aí já é outra conversa.


O elefante não precisava parecer comum. Ele já chegava diferente. Grande, pesado, marcante, difícil de parar e, principalmente, dono da pisada mais forte do mundo. Para um time chamado Pisa, não tinha como fazer mais sentido.


Era óbvio.


Só demoramos 12 anos para perceber.


O mascote chegou para reforçar a identidade da manada e traduzir, de um jeito simples e forte, o momento que o Pisa vivia. Já não éramos apenas aquele futebol que nasceu por acaso no CDM, sobreviveu a celular pisado, hiatos, mudanças de quadra, pandemia, despejo, retomadas e perrengues administrativos variados.


O Pisa tinha se transformado em algo maior.


Tínhamos jogos cheios, competição, loja, Ranking, história, uniforme, comunidade, patrocinadores, conteúdo, resenha e uma presença cada vez mais forte no futebol amador.


Faltava um símbolo à altura.


E ele veio gigante.


Feroz quando precisa, pesado na chegada e sempre com aquele lembrete que combina perfeitamente com a nossa trajetória:


Ninguém pisa mais forte que a gente.


A manada estava oficialmente formada.

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