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Pedra no caminho? Passamos por cima e erguemos mais uma taça

  • 15 de nov. de 2025
  • 3 min de leitura

2025 - A final começou com uma pedra na mão de cada jogador. Terminou com o Pisa campeão paulista, taça erguida e mais um capítulo daqueles que explicam por que essa manada insiste em sonhar grande.


Pisa postado para a final
Pisa postado para a final

A história da final do Campeonato Paulista da FF7SP começou com uma pedra.


Literalmente.


Antes da decisão, Kaká reuniu o grupo e disse o que precisava ser dito. O título estava perto, mas ainda havia uma última pedra no caminho. Uma só. E cada jogador recebeu a sua.


Pisa tinha uma última pedra no caminho
Pisa tinha uma última pedra no caminho

Um gesto simples, simbólico e direto.


A mensagem era clara: aquela pedra representava o que separava o Pisa do sonho.


Era hora de tirar do caminho.


Com coragem, suor e aquela dose de sofrimento que parece obrigatória em qualquer decisão envolvendo o Pisa.


Foi com esse espírito que entramos em campo para enfrentar o Amassa, terceiro colocado na classificação geral e vice-líder do nosso próprio grupo. Do nosso lado, a campanha também impunha respeito: líder do Grupo A e líder geral da competição.


Era final de verdade.


E final, como sempre, cobra.


O jogo começou duro, truncado e cheio de armadilhas. O Pisa entrou melhor, com mais intensidade, posse de bola e volume ofensivo. Mas bastou um vacilo pelo meio, logo aos 4 minutos, para o Amassa abrir o placar.


1x0 para eles.


Aquela pedra no caminho tinha acabado de ficar um pouco mais pesada.


Mas o Pisa não se abateu.


Muriloko deu a saída e o time seguiu no jogo. As trocas funcionaram, o ritmo foi mantido e a pressão começou a crescer. João, Kaio, Rabisco, Ale Urbano e outros nomes entraram mantendo o motor ligado, sem deixar o time cair.


O Pisa empurrava o adversário.


E aos 17 minutos veio o empate. A zaga afastou, Tutinha pegou de primeira e mandou no canto.


1x1.


O jogo voltava para o lugar.


E, no último lance do primeiro tempo, veio a virada. Muriloko pressionou a saída, roubou a bola e finalizou. Rabisco ficou com o rebote e empurrou para a rede.


Pisa 2x1.


Virada no fim da primeira etapa.


Vantagem no placar.


E aquela sensação perigosa de que a taça começava a se aproximar.


Pisa fez 2x1 ainda no primeiro tempo
Pisa fez 2x1 ainda no primeiro tempo

No segundo tempo, o Pisa controlou o jogo. Criou chances, teve volume, encontrou espaços e parecia mais perto do terceiro gol do que de sofrer o empate. A partida estava na nossa mão.


Só que futebol, esse esporte maravilhoso e ligeiramente criminoso, nunca facilita.


A bola teimava em não entrar.


Patrick, Dan, Tutinha, Rabisco e até Kuminha, em uma chance inacreditável debaixo da trave, tiveram oportunidades para matar a decisão. Mas final tem dessas: quando a bola não entra, o drama começa a puxar uma cadeira.


E aos 9 minutos veio o balde de água fria.


Escapada do Amassa, cruzamento pela esquerda, chute cruzado, bola na trave, depois nas pernas de Japa e gol.


2x2.


Tudo igual.


Mesmo assim, o Pisa continuou melhor. Seguiu competindo, criando e tentando vencer no tempo normal. Mas o futebol não estava interessado em um final simples.


A decisão foi para os pênaltis.


E aí a tensão tomou conta.


Tensão no ar
Tensão no ar

Muriloko abriu as cobranças e marcou.


Flavinho, com frieza, também fez.


Rabisco deslocou o goleiro e colocou a bola na rede.


Ninguém errava.


Nas alternadas, Patrick bateu no canto e converteu.


Patrick fez o dele
Patrick fez o dele

O Pisa seguia vivo. Firme. A um erro adversário da taça.


Então veio o momento.


O camisa 7 do Amassa foi para a cobrança. Se perdesse, o Pisa era campeão.


Ele correu pra bola, chutou e...



Pisa campeão do Campeonato Paulista da FF7SP - Série D


Com emoção, claro. Porque aparentemente a nossa assinatura é essa: fazer história, mas nunca sem antes testar todos os batimentos cardíacos disponíveis.


Era o terceiro título da história do Pisa.


E o primeiro pela FF7SP, a federação mais importante de Fut 7 de São Paulo.


Mais do que uma taça, foi a consagração de um time que não apenas joga. Um time que se entrega, que compete, que se cobra e que sonha junto.


O Pisa chegou como líder geral, teve o melhor ataque, a melhor defesa e, mesmo enfrentando uma final dura, encontrou um jeito de passar.


Na bola.


Na raça.


Na cabeça.


E nos pênaltis, porque ninguém aqui prometeu tranquilidade.


Aquela pedra no caminho?


Passamos por cima.


Pisa campeão da Série D do Campeonato Paulista da Federação.




Ergue a taça, capita!
Ergue a taça, capita!

Nossos números

  • 5 vitórias

  • 1 empate

  • 1 derrota

  • 39 gols marcados

  • 28 de saldo de gols

  • Melhor ataque da competição

  • Melhor defesa da competição


Elenco campeão

Ale Urbano, Cosmos, Dan, Denis, Flavinho, Gordo, João, Jow Jow, Juninho, Kaio, Kuminha, Japa, Lukinhas, Lucivanio, Mendy, Moreno, Muriloko, Patrick, Pina, Rabisco, Renatinho, Thiaguinho, Tutinha e Wawá.


Comissão técnica

Kaká, Gustavo, Flavio e Zebra.


Pisa campeão
Pisa campeão


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