Cerveja e resenha. E só.
- 31 de jan. de 2019
- 2 min de leitura
Atualizado: 13 de mai.
2019 - O Pisa até voltou a subir em 2018. Mas foi aquele clássico voo de galinha: empolga no começo, bate asa bonito e logo depois já está procurando onde pousar antes de passar vergonha.

Depois do retorno ao Alvi-Verde, 2018 até começou bem. O grupo voltou a se movimentar, os jogos aconteceram, a resenha reacendeu e por um tempo pareceu que o Pisa finalmente tinha retomado o caminho.
Mas durou pouco.
Foi o famoso voo de galinha: subiu legal no começo, deu aquela impressão de que agora ia, mas não ficou muito tempo lá em cima.
Fora de quadra, pelo menos, a atividade era intensa. A resenha no grupo de WhatsApp seguia forte e a competição interna funcionava bem. Passamos a usar um aplicativo para confirmação do futebol e, a cada jogo, também era possível acompanhar os destaques da rodada.
Aqui, vale uma menção honrosa a Rafael Filho, que constantemente era nomeado como pereba. Aparentemente, ele não gostou tanto assim da homenagem recorrente e, pouco tempo depois, abandonou a barca.
O problema é que ele não foi o único.
Aos poucos, uma nova debandada começou a acontecer. Cada um tinha seu motivo: agenda, falta de tempo, desânimo, lesão, sumiço clássico de futebol amador ou simplesmente aquela habilidade inexplicável de confirmar presença e desaparecer como se estivesse fugindo da Receita Federal.
Com menos gente, o futebol voltou a ficar fraco. O quórum caiu, a inadimplência aumentou e manter o horário começou a fazer cada vez menos sentido. No fim, o que seguia funcionando mesmo era o grupo de WhatsApp, onde a galera passava o dia falando besteira com muito mais regularidade do que aparecia para jogar.
Aí, na boa, veio a reflexão: talvez fosse melhor fazer outra pausa.
E foi o que aconteceu.
O Pisa voltou para os eventos pontuais, sem compromisso fixo, mas ainda com a resenha viva. Um desses encontros aconteceu em agosto de 2019, quando organizamos um society fut 7 muito legal no Nacional da Lapa, ao lado do quartel — local que, anos depois, seria demolido para dar espaço à nova ponte da Raimundo Pereira de Magalhães.
Depois do jogo, a confraternização continuou no condomínio do Gabriel, com churrasco e aquela resenha que sempre fez parte da nossa história.
Foi um dia louco.
Mas não louco o suficiente para fazer o Pisa voltar de vez.







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