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O primeiro "contra", mas ainda sem uniforme

  • 30 de mai. de 2015
  • 2 min de leitura

Atualizado: 13 de mai.

2015 - O Pisa já tinha nome, já começava a ganhar identidade, mas ainda não tinha uniforme. Mesmo assim, foi encarar o primeiro jogo fora de casa. Coragem não faltou. Futebol, um pouco.


Capítulo de 2015 da história do Pisa sobre o primeiro jogo contra outro time, disputado no campo do SBT antes da estreia do uniforme.
O primeiro "contra" foi aqui.

A estreia em um jogo contra outro time aconteceu fora de casa, no campo do SBT.


Isso mesmo: o primeiro “contra” da nossa história foi contra o time dos funcionários do Silvio Santos. Um cenário até simpático, cheio de referência televisiva, mas que dentro de campo não teve muita graça para o nosso lado.


Deu tudo errado.


A gente saiu de lá sem arrumar nada. Nem um resultado, nem uma lembrança boa, nem um aviãozinho. Nada. O Pisa ainda nem tinha uniforme pronto e já conhecia, logo de cara, uma das maiores tradições do futebol amador: tomar um sacode e fingir que serviu de aprendizado.


O maior destaque do dia foi Greg, um lateral que morava em frente ao Alvi-Verde e raramente aparecia para jogar. E, quando aparecia, normalmente chegava atrasado. Pois justamente ele foi um dos melhores em campo. O que talvez diga bastante sobre como foi o resto da apresentação.


Magno também foi bem no gol, apesar do placar elástico. E aqui vale fazer justiça: ele não teve culpa. Entrou apenas no segundo tempo, quando o jogo já tinha ido para o brejo, atravessado a rua e sentado no boteco mais próximo.


Quem arrumou esse jogo foi Tsuba, que trabalhava no SBT. Ele também foi o goleiro no primeiro tempo. O problema é que, além de conseguir o adversário, conseguiu entregar várias bolas durante a partida.


A gente até poderia dizer que a atuação foi estranha, levantar uma suspeita, pedir investigação interna, acionar o VAR imaginário do futebol amador. Mas a verdade é mais simples: o Tsuba era ruim mesmo.


Então segue o jogo.


Foi um dia para esquecer. Tanto que nem foto ficou para contar história.


Melhor assim.


Tem derrota que a memória já castiga o suficiente.

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