Casa nova
- 7 de mai. de 2014
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Atualizado: 13 de mai.
2014 - Depois do fim melancólico no CDM, o futebol precisava de um novo endereço. E encontrou no Alvi-Verde uma chance de recomeçar sem celular trincado no caminho.

Depois do fim daquele primeiro ciclo no CDM Mauro Bezerra Pinheiro, o futebol ficou sem casa. O grupo seguia existindo, a vontade de jogar ainda estava ali, mas faltava o principal: um lugar minimamente viável para a bola voltar a rolar.
Foi aí que o Alvi-Verde entrou na história.
Localizado no bairro da Lapa, o clube já fazia parte da vida do Flavio havia muito tempo. Ele jogou por lá durante a infância e, para completar a conexão, seu pai também fazia parte da diretoria. Ou seja: não era exatamente um território desconhecido. Era quase aquela casa de parente onde você sabe onde fica a geladeira, mas ainda precisa pedir licença.
Com essa aproximação, por volta de 2014 surgiu a oportunidade de jogar aos sábados à tarde. O horário era melhor, o ambiente era conhecido e o grupo finalmente tinha uma nova chance de se reorganizar.
Dessa vez, a liderança também mudou. Flavio assumiu a organização no lugar de Levi, reuniu novamente parte do pessoal e começou a movimentar o futebol de novo. Aos poucos, nomes antigos voltaram a aparecer e gente nova também passou a chegar para a peleja, como Schumi e Manki.
Ainda não era o Pisa como conhecemos hoje. Não tinha estrutura, não tinha camisa, não tinha grandes planos. Mas já tinha um novo campo, um novo organizador e, principalmente, gente disposta a fazer aquilo voltar a acontecer.
Depois da queda no CDM, o grupo enfim encontrava uma nova casa.
Estávamos de volta.







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