Pisa 6x2 Manxester Potes
- 27 de abr. de 2024
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Pisa arma a arapuca, neutraliza o forte ataque do Manxester Potes e carimba vaga na final da Copa Amstel

Semifinal da Série D da XXIII Copa Amstel. Jogo grande, adversário forte e contexto que não deixava dúvida: seria pedreira.
O Manxester Potes chegou com campanha praticamente igual à nossa, também com 9 pontos na fase de grupos, vindo do Grupo D com um saldo pesado (22) e 29 gols marcados. Na classificação geral da primeira fase, foi um duelo de campanha espelhada: Pisa (11º) contra Manxester Potes (10º).
E o alerta era real. Nas quartas, enquanto o Pisa passava do Big House, o Manxester Potes fez um feito enorme: virou no fim e venceu o Oeste Rã por 6x5 - time que tinha sido 2º melhor campanha geral e 1º do Grupo A. A gente viu um pedaço desse jogo e ficou claro: eles tinham poder de reação, intensidade e um ataque que, se você der espaço, te pune.
Foi aí que o jogo começou a ser ganho fora da quadra. Flávio seguia suspenso - não podia pisar na quadra -, mas fez questão de estar no Playball e de comandar o time do lado de fora, mesmo sob toda dificuldade possível. Foi o primeiro campeonato sob comando dele e, jogo após jogo, ele já dava sinais de uma coisa rara no futebol amador: estudo real do adversário, leitura de cenário e plano coerente para vencer.
Flávio assistia partidas, entendia padrões, identificava fragilidades e montava o Pisa de acordo com o que o jogo pedia - não com “achismo”. E, mesmo suspenso, achou um jeito de orientar em tempo real. Como não era permitido entrar, armou um “ponto eletrônico” com o Zebra: Assim como no jogo anterior, Zebra dentro, Flávio fora, em contato por fone Bluetooth e chamada no celular. Treinador à distância, mas presente no jogo o tempo todo. É o tipo de dedicação que não aparece na súmula e não marca gol, mas aproxima o time das vitórias.

A estratégia foi cirúrgica. O Pisa montou um bloco baixo para tirar profundidade e, ao mesmo tempo, alternava o comportamento conforme a postura do adversário. Quando o Manxester tentava sair jogando e errava o passe ou se expunha, o Pisa subia a marcação e armava a arapuca: pressão no gatilho certo, roubo no setor certo e ataque rápido no espaço. Resultado: o ataque deles foi neutralizado, o jogo ficou com a cara do Pisa e a semifinal foi sendo controlada com autoridade.
O plano também funcionou por causa das peças. O Pisa jogou com dois “núcleos” bem definidos, alternando características sem perder padrão. Em um momento, Zen era a referência na frente, segurando bola e permitindo que Dieguinho, Aloísio, Ismael e companhia girassem e atacassem. Depois, com as trocas, entrava Vitinho como pivô forte e chato de marcar, junto com um bloco mais “Bulls” em quadra: Du agredindo no x1, Will transitando pelo meio e Gui como válvula de escape pela outra ala. O time mudava a forma sem perder o controle. E isso matou o adversário.

O Pisa foi construindo o resultado e não ficou atrás do placar em momento algum. Abriu 3x0, o adversário até descontou para 3x1, mas não teve “jogo pegando fogo”. O Pisa seguiu firme, marcou mais, abriu vantagem e fechou em 6x2. Placar elástico para uma semifinal e, mais importante: sem susto, sem descontrole, sem cartão. Jogo grande com mentalidade grande.
Os gols mostram o que foi a partida: Dieguinho fez 2, Vitinho fez 2, Zen fez 1 e Renan também marcou. Vitória coletiva, tática e com maturidade - com assinatura de um time que já entende que futebol de mata-mata começa antes do apito.
E apito final: Pisa 6x2 Manxester Potes.
Vaga carimbada na final.
Agora é finalíssima e a missão é clara: buscar a taça inédita no dia 25 de maio, contra o Sparta. Um mês de preparação. Um só objetivo.

Pisa 6x2 Manxester Potes
27/04/2024
Semifinal da XXIII Copa Amstel - Série D
Playball Pompéia - G12
Gols do Pisa:
Dieguinho (x2)
Vitinho (x2)
Renan
Zen
Cartões do Pisa:
Não houve
Craque SoftCut:
Renan

Oferecimento:




































































































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