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Pisa 5x1 Catimba

há 2 dias
7 min de leitura

Pisa domina o Catimba, vence por 5x1 e está na final da Copa Playball Série B


Mais uma final.


Neste sábado, o Pisa venceu o Catimba por 5x1 pela semifinal da Copa Playball 2026 – Série B e garantiu vaga em mais uma decisão.


E tinha história nesse reencontro.


Do outro lado estava justamente o adversário da final da edição passada, quando Pisa e Catimba decidiram a Série C da antiga Copa Amstel e o time vinho e laranja saiu campeão.


Agora, os dois voltaram a se encontrar.


Uma divisão acima.


Outro campeonato.


Outro mata-mata.


E outra vitória do Pisa.


Dessa vez, mais contundente.


Pisa 5x1 Catimba.


Final garantida.


Mas antes da bola rolar, havia um cenário completamente diferente daquele vivido em alguns jogos anteriores.


Todo mundo chegou.


No horário.


Sim.


Pode registrar a data.


A rodada sofreu um atraso por conta de um evento que acontecia no Playball Pompéia, mas, pela primeira vez em bastante tempo, isso jogou a nosso favor. O elenco estava praticamente completo antes do início da partida, todo mundo junto desde a preleção e com tempo suficiente para entrar no clima de uma semifinal.


Às vezes até o caos ajuda.


Na conversa antes do jogo, Kaká foi direto.


Seria mais uma partida que exigiria concentração total.


Não venceríamos com um jogador.


Nem com seis.


Venceríamos como time.


Para reforçar a mensagem, ele levou impresso um post do Pisa referente à primeira rodada desta edição, quando vencemos o São Bernardo por 6x3.


Foi ali que essa caminhada começou.


Kaká relembrou aquele momento, agradeceu a cada jogador que acreditou no projeto, fechou compromisso com o grupo e ajudou a construir a campanha até ali.


A semifinal seria apenas mais um passo.


Mas um passo importante.


Flávio complementou a mensagem.


Independentemente do resultado, havia orgulho pelo que o Pisa já tinha construído nessa Copa Playball.


Melhor campanha da primeira fase.


Uma goleada histórica por 23x0.


Classificação direta para as quartas.


Nove gols no mata-mata anterior.


Nada disso desapareceria caso o resultado daquele sábado fosse diferente.


Mas história boa fica ainda melhor quando termina com taça.


E era por isso que o Pisa estava ali.


Mais do que jogar uma semifinal, era hora de buscar mais uma final e se colocar novamente em posição de disputar um título.


O recado também foi sobre adversidade.


Time campeão não atravessa uma competição inteira sem passar por ela.


Em algum momento, alguém joga pouco.


Alguém erra.


Alguém fica no banco.


Alguém perde a cabeça.


Alguém precisa ser levantado pelo companheiro.


E contribuição nem sempre aparece na súmula.


Às vezes, ganhar um campeonato passa por quem está fora de quadra ajudando quem está dentro.


Era dia de precisar de todos.


Bola rolando.


E o Pisa começou ligado.


O Catimba apresentou uma postura parecida com a do encontro anterior. Duas linhas de três, bloco mais baixo e a iniciativa entregue ao Pisa.


A ideia era clara: fechar espaços e tentar aproveitar algum erro vinho e laranja.


Só que o Pisa entrou disposto a não oferecer muito.


Logo aos dois minutos, saiu o primeiro.


Após cobrança lateral do Catimba, Dan afastou.


A bola caiu nos pés de Júlio, que limpou a jogada e encontrou Déto aberto pela direita.


Déto dominou.


Partiu para cima do marcador.


Cortou para dentro.


Trouxe para a esquerda.


E bateu forte no canto.


Golaço.



Dois minutos de semifinal e o elefante já estava pisando forte.


Só que praticamente na saída de bola veio o empate.


O Catimba lançou pela ala, o atacante dominou e encontrou o camisa 8 completamente livre pelo meio.


Ele ajeitou e acertou o ângulo de Dé.


Bonito gol.


Pisa 1x1 Catimba.


Um pequeno apagão defensivo logo depois de sair na frente.


Talvez só para lembrar a todo mundo que semifinal não costuma aceitar distração.


Mas foi praticamente o último grande problema do Pisa naquela tarde.


A partir dali, o time colocou a bola no chão e assumiu completamente o controle.


O Catimba tinha boa organização defensiva quando posicionado, mas apresentava menos mobilidade e apostava bastante na utilização do pivô.


Algumas bolas até entravam.


O problema é que faltava aproximação.


Quando o jogador da frente recebia, o Pisa rapidamente cercava, recuperava e reiniciava a posse.


Do outro lado, o Catimba tinha dificuldade para acompanhar nossa movimentação.


Principalmente por dentro.


João passou a receber muitas bolas em zona perigosa e incomodava bastante a defesa.


Em uma delas, dominou como pivô, girou sobre a marcação e acertou a trave direita do goleiro.


Quase.


Depois foi Vitinho quem resolveu experimentar de longe.


Chute forte.


Trave novamente.


Só dava Pisa.


Por volta dos dez minutos, Kaká começou a rodar o elenco para manter a intensidade.


Entraram Kauan, Breno e Kleber.


E Kleber mudou bastante a dinâmica ofensiva.


Mesmo não tendo o pivô como sua posição preferida, entrou justamente no lugar de João e conseguiu oferecer muita mobilidade, proteção e capacidade para conectar quem vinha de trás.


O Pisa já era superior.


Passou a incomodar ainda mais.


Aos 15 minutos, veio o segundo.


Patrick recebeu ainda próximo da área defensiva e encontrou Kleber com um passe vertical.


Kleber dominou, saiu da marcação e avançou pela esquerda.


Pedalou.


Prendeu o marcador.


E encontrou Breno passando pela ala.


Kleber ainda sofreu falta na continuidade, mas o árbitro deu vantagem.


Breno chegou à linha de fundo e encontrou Déto entrando pela área.


Finalização.


Gol.



Segundo de Déto na partida.


Mais um belo gol coletivo.


E o Pisa retomava uma vantagem que, pelo desenho da partida, parecia bastante merecida.


O Catimba não conseguia aumentar sua produção ofensiva.


Sua proposta dependia muito de o Pisa errar.


Só que o Pisa estava errando pouco.


Com a bola, controlávamos.


Sem ela, recuperávamos rapidamente.


A sensação era de que o terceiro estava mais próximo do que o empate.


Fim do primeiro tempo:


Pisa 2x1 Catimba.


Pisa vai para o intervalo à frente no placar
Pisa vai para o intervalo à frente no placar

No intervalo, pouca coisa precisava mudar.


O controle era nosso.


A ideia era manter a posse, acelerar quando o espaço aparecesse e continuar explorando a movimentação ofensiva.


Uma das orientações era aproveitar melhor as subidas pelos lados.


Quando nossos jogadores avançavam em profundidade, o Catimba nem sempre conseguia acompanhar.


E foi justamente daí que saiu o terceiro.


O segundo tempo começou com o Pisa novamente tomando a iniciativa.


Em apenas dois minutos, o Catimba já tinha cometido duas faltas perigosas.


Breno cobrou ambas e passou perto.


Aos quatro, não teve jeito.


Dé, mais uma vez mostrando qualidade com os pés, enxergou Moreno avançando pela direita e fez um ótimo lançamento.


Moreno atacou o espaço sem acompanhamento.


Dominou e ajeitou para Kleber.


De primeira.


Pé direito.


No cantinho.



Era o gol que mudava definitivamente o jogo.


Com dois de vantagem, o Pisa podia escolher melhor quando acelerar.


O Catimba, por outro lado, precisava abandonar parte da postura mais conservadora e buscar o ataque.


E isso significava espaço.


Exatamente o que nosso time queria.


O adversário tentou subir suas linhas, nem sempre de maneira muito organizada.


O Pisa se defendia bem e praticamente não concedia finalizações.


Quando recuperava, encontrava campo para correr.


Aos nove minutos, saiu um dos gols mais bonitos da partida.


E foi coletivo.


Dé iniciou novamente com os pés.


Kleber recebeu e protegeu a bola pelo meio.


Kauan veio de trás e atacou pela direita.


A jogada continuou até Patrick dentro da área.


Patrick dominou com a direita e, de esquerda, ajeitou para Breno entrando de frente.


De primeira.


No ângulo.


Golaço.



Até a transmissão do Playball se rendeu.


“O Pisa colocou o Catimba na roda.”

Dessa vez, a narração estava dispensada de qualquer acusação de clubismo.


Foi bonito mesmo.


O desenho da semifinal ficava cada vez mais confortável.


O Catimba tentava avançar.


O Pisa fechava.


Recuperava.


E criava novamente.


A primeira finalização adversária do segundo tempo demoraria muito para aparecer.


Antes disso, aos 12 minutos, veio o quinto.


Patrick recebeu pelo meio e encontrou espaço.


Avançou.


Continuou avançando.


E, percebendo que ninguém chegava para fechar, resolveu bater.


A bola desviou no defensor e tirou completamente o goleiro da jogada.



Atuação de gala.


Com quatro gols de vantagem, a semifinal praticamente acabou ali.


O Pisa não precisava mais transformar cada posse em ataque.


Passou a controlar o relógio, gastar a bola e administrar.


O Catimba também parecia entender a situação.


Se se lançasse completamente ao ataque, poderia oferecer ainda mais espaços.


A diferença já era grande.


O ritmo caiu.


Para se ter ideia, o Catimba conseguiu sua primeira finalização da segunda etapa somente aos 21 minutos.


E não houve qualquer reação.


O Pisa seguia confortável.


O jogo estava tão definido que o árbitro resolveu colaborar com a agenda de todo mundo.


As partidas de Fut 7 têm dois tempos de 25 minutos, e ainda haviam ocorrido pedidos de tempo técnico.


Mesmo assim, com 24 minutos e 30 segundos no cronômetro da transmissão, veio o apito final.


Ninguém reclamou.


Não ia mudar.


Fim de jogo.


Pisa 5x1 Catimba.


E o Pisa está em mais uma final.


Foi talvez uma das atuações mais maduras da equipe nesta Copa Playball.


Não teve correria desnecessária.


Não teve descontrole.


Não teve susto depois do empate.


O Pisa entendeu a partida, controlou o adversário e acelerou justamente nos momentos em que precisava.


Déto decidiu cedo.


Kleber entrou e mudou a dinâmica ofensiva.


Breno apareceu nos momentos certos.


Patrick comandou por dentro.


Dé foi importante também com os pés.


E coletivamente o time praticamente anulou o Catimba durante todo o segundo tempo.


Mais do que vencer, o Pisa convenceu.


Agora resta um.


No dia 14 de novembro, o adversário será o Juventus do Piqueri, que venceu o Racing por 3x2 na outra semifinal.


Outra história.


Outro adversário.


Outro jogo.


Tudo que foi feito até agora colocou o Pisa na decisão.


Nada além disso.


Melhor campanha não entra em campo.


23x0 não entra em campo.


9x4 não entra em campo.


5x1 não entra em campo.


Na final, começa 0x0.


Mas estaremos lá.


De novo.


E agora vamos em busca do quinto título da história do Pisa.


Restam 50 minutos.


Pra cima, Pisa! 🐘🔥



Pisa 5x1 Catimba

24/10/2026

Semifinal da Copa Amstel 2026 - Série B

Playball Pompéia - G14


Gols do Pisa:

  • Déto (A: Júlio)

  • Déto (A: Breno)

  • Kleber (A: Moreno)

  • Breno (A: Patrick)

  • Patrick


Cartões do Pisa:

  • Júlio (amarelo)


Craque SoftCut:

  • Déto


Oferecimento:

SoftCut - Tábuas de Corte

Galeria:

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