Pisa 4x1 Desportivo América
- 31 de mai. de 2025
- 3 min de leitura
Atualizado: 4 de mar.
Uma campanha perfeita. Pisa campeão!
Os bastidores já davam o tom de que vinha algo grande. E não foi por acaso. A semana foi marcada por alinhamentos dignos de time que sabe onde quer chegar. Flávio, Kaká, Renan e Pina — nossa comissão e capitão — mergulharam nos estudos do adversário. Analisaram vídeos, conteúdos, esquemas táticos e chegaram juntos na estratégia ideal. O plano não caiu do céu. Foi construído com método e conversa, muita conversa.
Renan, inclusive, saiu de Maringá e encarou uma viagem de ônibus só pra estar com a gente nessa decisão. Já Flávio cuidou de tudo nos bastidores: buscou o uniforme, organizou logística, garantiu café da manhã no dia seguinte e ainda bancou o churrasco da consagração. Kaká, por sua vez, motivou como ninguém — fosse na resenha, pagando a promessa com o time vestindo terno e gravata borboleta ou na preleção. Teve até bilhete escrito individualmente pra cada atleta. Cada um recebendo a mesma mensagem: esse título só depende de você. E todo mundo comprou a ideia e alguns até jogaram com o bilhete fixado ao uniforme.
O time chegou pra final com foco, moral e clareza total sobre o que precisava ser feito. E aqui vai o nosso agradecimento especial ao Zebra, que mais uma vez foi gigante nos bastidores, ajudando em todos os detalhes operacionais e abrindo mão da vaga no banco pra que Renan pudesse entrar — já que a organização do torneio limitava a comissão em campo a três nomes. Esse tipo de postura não se treina. É Pisa na veia.
E pra quem achava que o título invicto na Copa Estrelato foi por acaso... toma mais essa.
No dia 31/05/2025, pisamos de novo no palco principal pra disputar mais uma final — e ironicamente, contra o mesmo adversário da conquista anterior: o Desportivo América.

Dessa vez, com um tempero extra: vestíamos o uniforme cinza inédito, oferecido pela Uniex aos finalistas da Copa Amstel. A inspiração? O elefante. Porque se era pra fechar com estilo, que fosse vestindo a pele da nossa própria manada — a mesma que atropelou todo mundo até aqui.
E o jogo? Nada de drama. Foi uma aula. Um manual de como se domina uma final do primeiro ao último minuto.
A verdade é que a gente conhecia (e estudou) bem o Desportivo. Sabíamos os pontos fracos, os atalhos, padrões de movimentação e até onde eles gostavam de respirar. Entramos com marcação alta, rotação insana e intensidade no talo. O plano era claro: marcar logo e deixar eles desconfortáveis.
Com 5 minutos já tínhamos colocado duas bolas na trave, e o adversário salvava em cima da linha. O gol era questão de tempo.
Até que Japa resolveu encerrar o suspense: caiu pela direita, cortou pro meio, driblou, e com a esquerda bateu seco no cantinho. Golaço. Pisa 1x0.
A pressão continuava. A ideia era simples: fazer mais, forçar eles a saírem pro jogo — coisa que eles detestam.
Logo depois, arrancada de Liedson pela direita, passe pra Viny, chute prensado, o goleiro soltou e... Liedson, esperto, só empurrou. 2x0. Oportunismo de final.
O Desportivo até tentou esboçar um sustinho — roubo de bola em erro nosso, chute no ângulo, 2x1. Mas foi só isso mesmo. Tentaram levantar, tomaram pisada.
Porque logo em seguida, de novo ele — Liedson — pegou mais um rebote e cravou o 3x1. A cara deles era de déjà-vu. A nossa, de quem sabia o que precisava ser feito.
Fim do primeiro tempo. Pisa com a vantagem.
O segundo tempo foi um desfile de maturidade. Toque de bola, posse inteligente, relógio girando do nosso lado e o Desportivo... totalmente apagado. Nem parecia final pra eles.
Mas pra gente, sim. E aí, veio o golpe de misericórdia.
O Desportivo tentava armar pelo meio. Zen rouba a bola, toca pra Ceará, que acha Kuminha na direita. O cruzamento vem rasteiro, na medida, e o próprio Zen fecha o caixão na pequena área, do jeito que ele costuma fazer. Pisa 4x1!
O apito final veio como confirmação daquilo que a gente construiu jogo a jogo. E mais uma vez invictos.
Não foi só mais um troféu. Foi mais um capítulo escrito com raça, organização e alma coletiva.
Pisa é campeão da XXV Copa Amstel. E ninguém pisa mais forte que a gente.
Nossos números:
9 vitórias
0 empate
0 derrotas
50 gols marcados
26 de saldo de gols
O elenco que escreveu esse capítulo glorioso na história do Pisa:
Bruno, Ceará, Diegão, Felipe, Flavio, Hitiro, Japa, João, Jotaerre, Juninho, Julinho, Kaká, Kuminha, Liedson, Lucas, Louiz, Moreno, MV, Pina, Rapha, Renan, Renatinho, Thom, Viny, Zebra e Zen.

Pisa 4x1 Desportivo América
31/05/2025
XXV Copa Amstel
Playball Pompéia - G14
Gols do Pisa:
Japa
Liedson
Liedson
Zen (A: Kuminha)
Cartões do Pisa:
Não houve
Craque SoftCut:
Zen

Oferecimento:









































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































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